O padre português que não gostava de espanhóis

Padre

Havia um padre que detestava os espanhóis, e passava o tempo todo a falar mal deles. Era vê-lo durante a missa a dizer: “São a merda dos espanhóis, os cabrões dos espanhóis, os sacanas dos espanhóis…”. Passado algum tempo isto chegou aos ouvidos do arcebispo, que lhe disse: “Meu filho, você não pode falar assim na missa. Controle a sua linguagem para não causar sarilhos à igreja!”. O padre não ligou e continuou a falar da mesma maneira nas suas missas: “Os bastardos dos espanhóis, as bestas dos espanhóis, os filhos da mãe dos espanhóis…”. Até que isto chegou aos ouvidos do cardeal, que o chamou e disse: “Você não pode falar assim na missa! Porque não fala antes dos problemas sociais?”. Assim foi! Mal começou a missa, começou o padre: “E a droga em Espanha, o crime em Espanha, a corrupção em Espanha…”. Até que, mais tarde, isto chegou também aos ouvidos do papa, que lhe escreveu uma carta: “Meu filho, isto não pode continuar, pois é um sacrilégio! Porque, em vez disso, não fala sobre a última ceia de Cristo?”. OK, pensou o padre. No domingo seguinte, começou a descrever o que se passara na última ceia: “E disse Jesus – Pedro, foste tu que me traíste? – Eu não, Jesus, nunca! – Foste tu, Paulo? – Eu seria incapaz de fazer uma coisa dessas! – Judas, diz-me, foste tu? – Pero… Que dices?”.

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